segunda-feira, 6 de abril de 2015
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Corvos
A máquina pensante e carismática deste mágico voador, colide com a alma ancestral da natureza e com os seus muitos códigos e lendas que estão por desvendar.
A ambiguidade deste ser, inteligentemente único (dos poucos capazes de memorizar rostos) e ao mesmo tempo, noctívago e associado à morte.
O corvo é de natureza complexa, instiga-nos ao medo, ao mistério, às lendas medievais e surpreende-nos com uma simplicidade e humildade que só as aves sabem ter.
É um curioso do que o rodeia. Entende bem o que vê e é invisível sem o ser, poderoso sem o revelar, memorizador de situações e experiências com o humano, manifestando um grande interesse em comunicar connosco.
Não são necessárias falas, o corvo fala com o olhar, devorando-nos o espírito, espreitando-nos a alma, muitas vezes submersa em dúvidas existenciais. O corvo não existe simplesmente: observa-nos, dizendo-nos "Estou a ver-vos e entendo-vos".
O corvo é um animal muito solitário mas sempre atento ao que o rodeia. Quando está em grupo, o conjunto fecha-se sobre si. É um grupo fechado cuja comunicação acontece só entre os membros. É um solitário socialmente omnipresente.
Este trabalho acerca dos corvos começou com escultura feita em papel e plástico que acabou por se tornar num estudo estético do carisma que emanam, da sua postura, do seu controlo do terreno e do que os rodeia. Alguns deles, são algo híbridos assemelhando-se ao humano no sentido em que estão em diálogo, querem dizer, transmitir qualquer coisa. Talvez queiram acordar para uma realidade nem sempre desejável.
A ambiguidade deste ser, inteligentemente único (dos poucos capazes de memorizar rostos) e ao mesmo tempo, noctívago e associado à morte.
O corvo é de natureza complexa, instiga-nos ao medo, ao mistério, às lendas medievais e surpreende-nos com uma simplicidade e humildade que só as aves sabem ter.
É um curioso do que o rodeia. Entende bem o que vê e é invisível sem o ser, poderoso sem o revelar, memorizador de situações e experiências com o humano, manifestando um grande interesse em comunicar connosco.
Não são necessárias falas, o corvo fala com o olhar, devorando-nos o espírito, espreitando-nos a alma, muitas vezes submersa em dúvidas existenciais. O corvo não existe simplesmente: observa-nos, dizendo-nos "Estou a ver-vos e entendo-vos".
O corvo é um animal muito solitário mas sempre atento ao que o rodeia. Quando está em grupo, o conjunto fecha-se sobre si. É um grupo fechado cuja comunicação acontece só entre os membros. É um solitário socialmente omnipresente.
Este trabalho acerca dos corvos começou com escultura feita em papel e plástico que acabou por se tornar num estudo estético do carisma que emanam, da sua postura, do seu controlo do terreno e do que os rodeia. Alguns deles, são algo híbridos assemelhando-se ao humano no sentido em que estão em diálogo, querem dizer, transmitir qualquer coisa. Talvez queiram acordar para uma realidade nem sempre desejável.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
no site actualmente estão na primeira página 3 projectos.
Estão a colecção de desenhos de corvos exposta actualmente no Portinho de Arrábida, um projecto que desenvolvi para esta exposição.
Os retratos de mulheres, que é um dos outros projectos que estou a fazer.
São retratos imaginários, mas que fazem lembrar caras com as quais me cruzei ao longo da vida.
Quando desenho estes rostos não penso se os conheço ou não, são imagens desenhadas directamente sem pensar só algum tempo depois de estarem feitos é que me apercebo que os conheci.
São inúmeros rostos, uns mais próximos e familiares, outros apenas de ter visto uma vez.
Também estão expostos nesta página 2 desenhos dos pavões, e uma colecção pintada a tinta da china.
Na página do conceito, estão expostos desenhos de florestas todos expostos também no Portinho de Arrábida, florestas que desenho e descubro todos os dias, que me iluminam com as suas luzes as suas sombras, os seus cheiros e os seus sons.
Estão expostos desenhos anatómicos que fiz no meu mestrado de anatomia artística na Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Estão a colecção de desenhos de corvos exposta actualmente no Portinho de Arrábida, um projecto que desenvolvi para esta exposição.
Os retratos de mulheres, que é um dos outros projectos que estou a fazer.
São retratos imaginários, mas que fazem lembrar caras com as quais me cruzei ao longo da vida.
Quando desenho estes rostos não penso se os conheço ou não, são imagens desenhadas directamente sem pensar só algum tempo depois de estarem feitos é que me apercebo que os conheci.
São inúmeros rostos, uns mais próximos e familiares, outros apenas de ter visto uma vez.
Também estão expostos nesta página 2 desenhos dos pavões, e uma colecção pintada a tinta da china.
Na página do conceito, estão expostos desenhos de florestas todos expostos também no Portinho de Arrábida, florestas que desenho e descubro todos os dias, que me iluminam com as suas luzes as suas sombras, os seus cheiros e os seus sons.
Estão expostos desenhos anatómicos que fiz no meu mestrado de anatomia artística na Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
UNKINDNESS
Os corvos são portadores de uma alma longínqua, misteriosa, eloquente. São muito inteligentes e sábios.
Viajam no nosso imaginário das mais diversas formas. Descubram os corvos e deixem-se levar pela beleza do seu ser...
Os esboços feitos para depois trabalhar nas esculturas de papel serviram de guia e ao mesmo tempo de compreensão para um melhor entendimento da estrutura do corvo e das esculturas
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